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XML para iniciantes
 

Você já deve ter ouvido falar em XML (Extensible Markup Language) e deve saber vários motivos que levaram sua organização a utilizá-lo. Mas o que é XML, exatamente? Este artigo explica as noções básicas sobre XML — o que é e qual sua função.

Neste artigo


Visão geral sobre marcação e marcas

Para entender o significado de XML, tente entender a idéia de marcação de dados. Há séculos as pessoas criam documentos e, durante todo esse tempo, utilizaram marcação nesses documentos. Por exemplo, professores fazem marcações nos trabalhos dos alunos o tempo todo. Eles indicam a mudança de parágrafos, frases mal escritas, erros de ortografia etc. A marcação de um documento é o modo usado para definir a estrutura, o significado e a aparência visual das informações contidas no documento. Se alguma vez já tiver usado o recurso Controlar Alterações do Microsoft Office Word, você terá experimentado uma forma computadorizada de marcação.

Em computação, o termo "marcação" vem evoluindo. A marcação é o processo que envolve o uso de códigos denominados marcas (ou, algumas vezes, tokens) para definir a estrutura, a aparência visual e — no caso do XML — o significado de qualquer dado.

O código HTML deste artigo é um bom exemplo de uso de uma marcação de computador. Se você examinar o código (no Microsoft Internet Explorer, clique com o botão direito do mouse na página e clique em Exibir Código-fonte), verá uma combinação de texto legível e marcas HTML (Hypertext Markup Language), por exemplo, <p> e <h2>. As marcas em documentos HTML e XML são fáceis de serem reconhecidas por estarem entre colchetes angulares. No código-fonte deste artigo, as marcas HTML realizam várias funções, como definir o início e o fim de cada parágrafo (<p> ... </p>) e marcar o local das imagens.

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O que torna um documento XML?

Os documentos HTML e XML contêm dados entre marcas, mas essa é a única semelhança entre as duas linguagens. No HTML, as marcas definem a aparência dos dados — a posição dos títulos, o início dos parágrafos etc. No XML, as marcas definem a estrutura e o significado dos dados — o que eles representam.

Ao descrever a estrutura e o significado dos dados, você permite a reutilização desses dados de inúmeras maneiras. Por exemplo, se tiver um bloco de dados de vendas e cada item do bloco estiver claramente identificado, você poderá carregar apenas os itens necessários para um relatório de vendas e carregar outros itens em um banco de dados de contabilidade. É possível usar um sistema para gerar dados, identificá-los com marcas XML e, em seguida, processar esses dados em vários outros sistemas, independentemente da plataforma de hardware ou do sistema operacional. Essa portabilidade tem popularizado o XML como uma das tecnologias mais comuns para troca de dados.

Lembre-se dos seguintes fatos ao prosseguir.

  • Não é possível usar HTML no lugar de XML. Entretanto, você pode ajustar os dados XML em marcas HTML para exibi-los em uma página da Web.
  • O HTML limita-se a um conjunto predefinido de marcas compartilhadas por todos os usuários.
  • O XML permite criar qualquer marca necessária para a descrição de dados e de sua estrutura. Por exemplo, suponha que você precise armazenar e compartilhar informações sobre animais de estimação. Você poderia criar o seguinte código XML:
    
    <?xml version="1.0"?>
    <GATO>
      <NOME>Izzy</NOME>
      <RAÇA>Siamês</RAÇA>
      <IDADE>6</IDADE>
      <ALTERADO>Sim</ALTERADO>
      <CASTRADO>Não</CASTRADO>
      <LICENÇA>Izz138bod</LICENÇA>
      <PROPRIETÁRIO>Colin Wilcox</PROPRIETÁRIO>
    </GATO>

Você pode observar que as marcas XML permitem saber exatamente qual tipo de dados está sendo examinado. Por exemplo, você sabe que esses dados se referem a um gato e consegue localizar facilmente o nome do gato, sua idade etc. A capacidade de criar marcas que definem praticamente qualquer estrutura de dados é o que torna o XML uma linguagem "extensível".

Entretanto, não confunda as marcas nesse exemplo de código com as marcas de um arquivo HTML. Por exemplo, se você colar essa estrutura XML em um arquivo HTML e visualizar o arquivo no navegador, os resultados terão uma aparência semelhante a esta:

Izzy Siamês 6 Sim Não Izz138bod Colin Wilcox

O navegador ignora as marcas XML e exibe apenas os dados.

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Uma rápida explicação sobre dados bem-formados

Você deve ouvir alguém do seu departamento de TI comentar sobre um XML "bem-formado". Um arquivo XML bem-formado segue um conjunto de regras bem rigorosas que governam a linguagem XML. Se um arquivo não estiver de acordo com essas regras, o funcionamento do XML será interrompido. Por exemplo, no exemplo de código anterior, cada marca de abertura possui uma marca de fechamento, portanto, o exemplo segue uma das regras para sua boa formação. Se você remover uma marca e tentar abrir esse arquivo em um dos programas do Office, uma mensagem de erro será exibida e o programa o impedirá de utilizar o arquivo.

Você não precisa saber necessariamente as regras para a criação de um XML bem-formado (embora elas sejam fáceis), mas precisa se lembrar de que somente poderá compartilhar dados XML entre programas e sistemas se esses dados estiverem bem-formados. Se você não conseguir abrir um arquivo XML, ele provavelmente não estará bem-formado.

O XML também é independente de plataforma, ou seja, qualquer programa criado para usar XML pode ler e processar dados XML, independentemente do hardware ou do sistema operacional. Por exemplo, com as marcas XML adequadas, é possível usar um programa de desktop para abrir e trabalhar com os dados de um computador mainframe. Além disso, independentemente de quem criou um corpo de dados XML, é possível trabalhar com os mesmos dados em diversos programas do Microsoft Office 2003 e do Microsoft Office Professional 2007, incluindo o Microsoft Office Access 2007, Microsoft Office Word 2007, Microsoft Office InfoPath 2007 e Microsoft Office Excel 2007. Por ser tão portátil, o XML tornou-se uma das tecnologias mais populares para troca de dados entre bancos de dados e desktops de usuários.

XML usado por outros programas

Além de dados marcados e bem-formados, os sistemas XML geralmente usam dois outros componentes: esquemas e transformações. As seções a seguir explicam seu funcionamento.

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Uma breve apresentação de esquemas

Não se intimide com o termo "esquema". O esquema é simplesmente um arquivo XML contendo as regras que determinam o que pode ou não residir em um arquivo de dados XML. Os arquivos de esquema geralmente usam a extensão .xsd, enquanto os arquivos de dados XML usam a extensão .xml.

Os esquemas permitem que os programas validem dados. Eles oferecem a estrutura para a organização dos dados, de forma que façam sentido para o criador e para qualquer outro usuário. Por exemplo, se um usuário inserir dados inválidos, como texto em um campo de data, o programa poderá solicitar que ele insira os dados corretos. Qualquer programa que ofereça suporte a XML poderá usar um esquema específico para ler, interpretar e processar dados desde que os dados de um arquivo XML estejam de acordo com as regras desse esquema. Por exemplo, conforme a ilustração a seguir, o Excel e o Word podem validar os dados de <GATO> baseados no esquema GATO.

Os esquemas permitem que aplicativos compartilhem dados XML.

Os esquemas podem ficar complexos e ensinar a criá-los vai além do escopo deste artigo. (Além disso, você provavelmente possui um departamento de TI que sabe como fazer isso.) Entretanto, convém verificar sua aparência. O esquema a seguir define as regras para o conjunto de marcas <GATO> ... </GATO>.


<xsd:element name="GATO">  
  <xsd:complexType>  
    <xsd:sequence>
      <xsd:element name="NOME" type="xsd:string"/>
      <xsd:element name="RAÇA" type="xsd:string"/>
      <xsd:element name="IDADE" type="xsd:positiveInteger"/>
      <xsd:element name="ALTERADO" type="xsd:boolean"/>
      <xsd:element name="CASTRADO" type="xsd:boolean"/>
      <xsd:element name="LICENÇA" type="xsd:string"/>
      <xsd:element name="PROPRIETÁRIO" type="xsd:string"/>        
    </xsd:sequence>
  </xsd:complexType>
</xsd:element>

Não se preocupe em tentar compreender todos os itens do exemplo. Lembre-se apenas do seguinte:

  • Os itens de linha no exemplo de esquema são chamados de declarações. Se você precisasse de informações adicionais sobre um animal como, por exemplo, a cor ou as marcas características, possivelmente o seu departamento de TI adicionaria uma declaração ao esquema. É possível alterar o sistema XML à medida que suas necessidades comerciais forem aumentando.
  • As declarações permitem um grande controle sobre a estrutura de dados. Por exemplo, a declaração <xsd:sequence> indica que marcas como <NOME> e <RAÇA> devem ocorrer na ordem listada acima. As declarações também podem controlar os tipos de dados a serem inseridos pelos usuários. Por exemplo, o esquema acima requer um número positivo para a idade do gato e valores booleanos (TRUE ou FALSE) para as marcas ALTERADO e CASTRADO.
  • Quando os dados de um arquivo XML estão de acordo com as regras fornecidas por um esquema, eles são considerados válidos. O processo de verificação de um arquivo de dados XML com base em um esquema é denominado validação. A grande vantagem do uso de esquemas é sua contribuição para impedir dados corrompidos. Eles também facilitam a descoberta de dados corrompidos, pois o XML é interrompido assim que um problema é encontrado.

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Uma breve apresentação de transformações

Conforme mencionado anteriormente, o XML também fornece maneiras eficientes de utilização ou reutilização de dados. O mecanismo para a reutilização de dados é chamado XSLT (Extensible Stylesheet Language Transformation) ou, simplesmente, transformação. As transformações são os recursos que realmente tornam o XML uma linguagem interessante. Por exemplo, após validar um arquivo de dados com base em um esquema, você poderá aplicar uma transformação que faça com que esses dados funcionem como um folheto de marketing no Microsoft Office Word 2003 e aplicar outra transformação para criar um relatório de vendas no Office Excel 2007.

Você (ou, melhor, seu departamento de TI) também poderá usar transformações para trocar dados entre sistemas back-end, como bancos de dados. Por exemplo, suponha que o banco de dados A armazene dados de vendas em uma estrutura de tabela que funcione bem para o departamento de vendas. O banco de dados B armazena dados de receita e despesa em uma estrutura de tabela adequada ao departamento de contabilidade. O banco de dados B pode usar uma transformação para aceitar os dados de A e gravar esses dados nas tabelas corretas.

A combinação de arquivo de dados, esquema e transformação constitui um sistema XML básico. A ilustração a seguir mostra como esses sistemas normalmente funcionam. O arquivo de dados é validado com base no esquema e, em seguida, processado de inúmeras maneiras permitidas por uma transformação. Nesse caso, a transformação implanta os dados em uma tabela localizada em uma página da Web.

Estrutura de arquivo XML básico com esquema e transformação

O exemplo de código a seguir mostra uma das maneiras usadas para criar uma transformação. Ele carrega os dados de <GATO> em uma tabela de uma página da Web. Mais uma vez, o exemplo não pretende ensinar como criar uma transformação, mas mostrar uma das formas assumidas por uma transformação.


<?xml version="1.0"?>
<xsl:stylesheet version="1.0"> 
<TABLE>
  <TR>
    <TH>Nome</TH>
    <TH>Raça</TH>
    <TH>Idade</TH>
    <TH>Alterado</TH>
    <TH>Castrado</TH>    
    <TH>Licença</TH>
    <TH>Proprietário</TH>
  </TR>
  <xsl:for-each select="GATO">
  <TR ALIGN="LEFT" VALIGN="TOP">
    <TD>
      <xsl:value-of select="NOME"/>
    </TD>
    <TD>
      <xsl:value-of select="RAÇA"/>
    </TD>
    <TD>
      <xsl:value-of select="IDADE"/>
    </TD>
    <TD>
      <xsl:value-of select="ALTERADO"/>
    </TD>
    <TD>
      <xsl:value-of select="CASTRADO"/>
    </TD>
    <TD>
      <xsl:value-of select="LICENÇA"/>
    </TD>
    <TD>
      <xsl:value-of select="PROPRIETÁRIO"/>
    </TD>
  </TR>
</xsl:for-each>
</TABLE>

Esse exemplo mostra a aparência de um tipo de transformação ao ser codificado, mas lembre-se de que você somente poderá descrever o que for necessário desses dados em texto sem formatação. Por exemplo, você pode solicitar que o seu departamento de TI imprima os dados de vendas de dois anos atrás de determinadas regiões e enfatizar que esses dados tenham uma aparência específica. Desse modo, o departamento poderá criar (ou alterar) uma transformação para executar essa tarefa.

Como resultado e para maior conveniência dos usuários, a Microsoft e um número cada vez maior de outros fornecedores estão criando transformações para todos os tipos de tarefas. Futuramente, você talvez consiga baixar uma transformação que atenda às suas necessidades ou que possa ser ajustada para atender a uma finalidade específica. Com isso, o custo com o uso do XML será ainda menor.

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Visão geral do XML no Microsoft Office System

As edições profissionais do Microsoft Office 2003 e da Versão do 2007 Office oferecem amplo suporte a XML.

  • O Office Excel 2007, o Office Word 2007 e o Office PowerPoint 2007 usam XML como formatos de arquivo padrão, uma mudança com muitas vantagens.
    • Tamanhos menores de arquivo. O novo formato usa ZIP e outras tecnologias de compactação para reduzir o tamanho de arquivo em até 75 por cento comparado aos formatos binários usados nas versões anteriores do Office.
    • Recuperação mais fácil de informações e maior segurança. O XML é legível, portanto, se um arquivo for danificado, você poderá abri-lo no Bloco de Notas ou em outro leitor de texto e recuperar pelo menos parte das informações. Além disso, os novos arquivos são mais seguros, pois não podem conter código VBA (Visual Basic for Applications). Se você usar o novo formato para criar modelos, qualquer controle ActiveX e macro VBA residirá em uma seção separada e mais segura do arquivo. Também é possível usar ferramentas, como o Inspetor de Documentos, para remover dados particulares. Para obter informações adicionais sobre como usar o Inspetor de Documentos, consulte o artigo Remover dados ocultos e informações particulares dos documentos do Office.
    • Mais portabilidade e flexibilidade. O XML armazena dados em formato de texto, e não em um formato binário proprietário, o que permite que seus clientes definam esquemas próprios e utilizem seus dados de várias maneiras, sem precisarem pagar royalties. Para obter mais informações sobre os novos formatos, consulte Introdução a Formatos de Arquivo XML Abertos.
  • Cada programa do Office oferece um conjunto diferente de ferramentas. As interfaces de usuário e os processos executados no Word diferem das interfaces de usuário e dos processos usados no Excel ou no PowerPoint. Por quê? Porque o que funciona para o Word pode não funcionar necessariamente para o Excel e outros programas.
  • Os programas do Office podem funcionar com esquemas, transformações e dados de outros fornecedores, desde que o XML esteja bem-formado.
  • Alguns programas do Office usam XML em segundo plano, enquanto outros, como o Microsoft Office OneNote™, não oferecem suporte a esse recurso. A melhor maneira de saber como um programa do Office suporta XML é iniciando a Ajuda online do programa e pesquisando por XML.

Por enquanto tudo bem, mas e se você tiver dados XML sem esquema? Os programas do Office que oferecem suporte a XML utilizam métodos próprios para ajudá-lo a trabalhar com dados. Se você abrir um arquivo XML no Word sem anexar um esquema, o Word exibirá as marcas e os dados e permitirá que você aplique uma transformação se, por exemplo, ela for fornecida pelo criador do arquivo ou pelo seu departamento de TI. Dessa forma, você conseguirá pelo menos ler as marcas e os dados no arquivo.

Por outro lado, o Excel infere um esquema quando você abre um arquivo XML sem esquema. Ele permite que você carregue os dados em um arquivo somente leitura ou mapeie os dados para uma lista XML (no Microsoft Office Excel 2003) ou para uma tabela XML (no Office Excel 2007). Utilize as listas e as tabelas XML para classificar, filtrar ou adicionar cálculos aos dados.

O Office Professional 2007 e o Microsoft Office 2003 fornecem os mesmos conjuntos de ferramentas XML. No Office Professional 2007, é necessário habilitar antes o suporte XML e, em seguida, inicie as ferramentas a partir de locais diferentes. No entanto, após você iniciar as ferramentas, elas funcionam da mesma forma que no Microsoft Office 2003 e no Office Professional 2007. As seguintes etapas explicam como iniciar as ferramentas XML para o Office Excel 2007 e para o Office Word 2007.

 Observação   O Microsoft Office Access 2007 habilita suas ferramentas XML por padrão, por isso você pode ignorar as primeiras etapas se usar o Access.

Habilitar as ferramentas XML no Office Excel 2007 e no Office Word 2007

  1. No Excel ou no Word, clique no Botão do Microsoft Office Imagem do botão e, em seguida, clique em Opções do Excel ou Opções do Word, dependendo do programa que estiver aberto.
  2. Clique em Personalizar.
  3. Em Opções principais para o trabalho com o nome do aplicativo, selecione Mostrar guia Desenvolvedor na Faixa de Opções e, em seguida, clique em OK.

     Observação   A Faixa de Opções faz parte da Interface de usuário Microsoft Office Fluent.

Inicie as ferramentas XML no Office Excel 2007 e Office Word 2007

  • Em um dos programas, na guia Desenvolvedor, clique em qualquer comando disponível no grupo XML.

Inicie as ferramentas XML no Office Access 2007

  1. Clique na guia Dados Externos.
  2. Siga um destes procedimentos:
    • No grupo Importar, clique em Arquivo XML.
    • No grupo Exportar, clique em Mais e, em seguida, clique em Arquivo XML.

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Mais informações

Os links nas seções a seguir o direcionam para informações que mostram como usar o XML em diversos programas do Office e como criar código XML.

MostrarUsando XML na Versão do 2007 Office

 Observação   Os links desta seção serão alterados quando a equipe do Office criar e publicar mais conteúdo.

Introdução a Formatos de Arquivo XML Abertos

MostrarUsando XML no Microsoft Office 2003

 Observação   Alguns links desta seção direcionam para o site do Microsoft Office Online, e outros, para o MSDN (Microsoft Developer Network).

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